Administrando empresas

Administrando empresas

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

EMPATIA

Empatia é uma característica extremamente importante e que deve ser atributo de todos os profissionais dentro das equipes de trabalho. Isto porque para que as equipes sejam eficientes, há que se fazer presente a interação humana adequada.

Neste sentido, cabe salientar que a empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, entender e ouvir o seu colega de trabalho e mais, de ver o seu colega de trabalho, desfazendo-se de todo e qualquer tipo de egocentrismo ou prepotência que possa obstaculizar o entendimento do outro em sua completude.

Isto não quer dizer concordar sempre com a outra pessoa, mas colocar-se em seu lugar, de modo a compreender as razões ou a lógica que a levam a pensar ou agir de determinada maneira.

Trata-se de requisito fundamental para a criação de equipes de alta performance, uma vez que a colaboradores que fazem uso da empatia, tendem a desenvolver-se profissionalmente e contribuem, por conseguinte, para o desenvolvimento da equipe e da empresa

sábado, 5 de julho de 2014

Tolerância e empatia para o trabalho em equipe

No ambiente empresarial o relacionamento humano é imprescindível, porquanto de pessoas são formadas às empresas. Neste contexto, eis que surgem os conflitos, as divergências, as discussões e, em especial, a intolerância.

Notório que as pessoas pensem diferente, pois possuem modelos mentais diferentes, experiências de vida diferentes e cultura diferentes. Ademais, possuem conduta que muitas vezes é fruto do meio em que vivem.
Não obstante, é na empresa que afloram os desejos de crescimento enquanto profissional. Neste sentido, há uma necessidade de auto-afirmação e de reconhecimento pelo grupo de trabalho que perpassa na “cabeça” de muitos profissionais, pela necessidade de impor defeitos ou desqualificação aos trabalhos desempenhados por colegas de equipe.

As acusações mútuas são como pedras lançadas num lago que geram ondas de ignorância e desrespeito pelo ambiente, desse modo, o exercício da tolerância, da empatia e do respeito pelos colegas de equipe são imprescindíveis para a empresa.

Há que se ter tolerância e mesmo paciência com os erros provenientes do crescimento dos participantes da equipe. O erro faz parte do exercício do trabalho, deste modo, apenas criticar o profissional não faz daquele que o critica um mestre de sapiência e qualidade profissional, mas tão e somente o faz um profissional imaturo e desprovido de senso de trabalho em equipe.


Neste sentido, hão de se promover as críticas produtivas e construtivas que objetivem a resolução de problemas, com respeito aos profissionais da empresa, por meio da tolerância e da empatia pelos colegas de equipe.

domingo, 29 de junho de 2014

A similaridade dos produtos e a escolha dos clientes

Na atualidade os clientes têm a sua disposição produtos que cada vez mais se equiparam em termos técnicos. Principalmente em relação a produtos eletrônicos, mesmo as marcas menos conhecidas conseguem equiparar a qualidade e/ou funcionalidade de alguns produtos mais conhecidos no mercado.

O exemplo dos aparelhos celulares é típico, uma vez que muitas marcas atingem performances similares. Deste modo, resta agregar valor ao produto por meio de outras qualidades, tais como: agilidade na entrega e distribuição, agilidade e qualidade de serviços pós-venda, em relação à manutenção dos equipamentos defeituosos, bem como logística reversa para manter a garantia de produtos.

Neste sentido, não adianta apenas investir em marketing, porquanto as grandes empresas sabem que o melhor marketing é prestar um serviço de qualidade aos clientes. Reconhecidamente, marcas como Wal Mart, Mc Donald´s, Apple, Dell, HP, IBM não são descritas como empresas de qualidade apenas porque escolheram o melhor agente publicitário, mas porque, de fato, agregando valor aos serviços e aos produtos que ofertam aos clientes.

Não se pode olvidar, que muitas vezes a decisão do cliente por comprar um produto leva em consideração, por exemplo, a disponibilidade do produto, porquanto a maior parte das mercadorias atualmente são consideradas substituíveis facilmente pelos de outras marcas.


Com efeito, cabe às empresas manter uma cadeia de suprimentos adequada que permita logística ágil de entrega, pós venda adequado e disponibilidade do produto.

sábado, 21 de junho de 2014

NÃO SE PREOCUPE APENAS COM O VOLUME DE VENDAS


Normalmente os vendedores pensam apenas em volume de vendas, vender mais e mais. Contudo, essa, por incrível que pareça não é a solução. Deve-se vender bem com rentabilidade.

De nada adianta vender se essa venda não traz dividendos para a empresa. É necessário verificar o gasto com a logística da venda, quanto será gasto em tempo com o cliente, quanto será gasto para viajar até o cliente. Todos estes custos têm que entrar na conta, não se pode  verificar apenas o volume de vendas.

Ora, se vendemos R$ 10.000,00 em mercadorias, mas gastamos R$ 11.000,00 em sacrifícios para a venda, ou aplicando descontos desarrazoados não atingiremos o objeto final, qual seja, a lucratividade da empresa.
Muito vendedor se utiliza do desconto sem lógica para vender. Fácil, não consegue vender, baixe o preço em 20, 30%, ao invés de gastar energia para convencer o cliente de que o preço faz jus à qualidade do produto adquirido, afinal de contas deseja-se volume e não rentabilidade não é mesmo?

Notoriamente, em alguns casos cabe desconto maior, mas tão e somente se pretendemos fidelizar um cliente potencial, com a finalidade de aumentar o market share ou a participação, em outras palavras, no mercado consumidor.

Portanto, façamos vendas com qualidade, de modo a buscar, continuamente, rentabilidade (retorno sobre o capital ou dinheiro empregado na empresa) e não apenas volume de vendas.







sábado, 31 de maio de 2014

Gestão de problemas

O trabalho do Administrador passa pela necessidade de solução de problemas. Toda empresa pretende que o Administrador resolva de fato, os problemas, porquanto faz parte das funções do Administrador planejar, organizar, dirigir e controlar.

Não ter medo dos problemas é por isso, premissa básica para todo bom Administrador, além de boa dose de ousadia aliada a muito, muito conhecimento adquirido através da leitura, da participação em seminários e do contato com outros profissionais.

O Administrador precisa ainda, utilizar as técnicas de gestão adequadas a cada caso, para a solução dos problemas. Neste sentido, não podemos deixar de citar que a utilização da ferramenta do PDCA (Planejar, Fazer, Controlar e Agir) é uma dos mais importantes métodos para solução dos problemas uma vez que cria uma cultura voltada para o planejamento prévio a qualquer execução, bem como o acompanhamento dos resultados e a aplicação de contramedida caso a execução não tenha saído como esperado.

Neste sentido, o trabalho de solução de problemas é um ciclo constante que, sobretudo, a melhoria contínua. Sempre há algo que pode ser melhorado, nada é infalível, no entanto, reconhecer isso é a primeira barreira a ser enfrentada no processo de melhoria, porquanto se trata de barreira natural do ser humano, rechaçar toda e qualquer constatação de que algo de errado está ocorrendo no âmbito do seu trabalho.
Os problemas estão nas empresas privadas, nas organizações públicas, nas organizações filantrópicas e outras instituições.


Reconhecer os erros, assumir que não sabemos tudo no âmbito de nosso trabalho e trabalhar para que os problemas sejam solucionados, além de fomentar  uma política empresarial de valorização das pessoas que identificam erros e os corrigem são tarefas importantes e que dependem da atuação incisiva e pujante dos administradores.

domingo, 11 de maio de 2014

As Universidades Corporativas e a Gestão do Conhecimento

É unânime o entendimento de que a gestão do conhecimento é imprescindível para as empresas na era atual. Não obstante, a gestão do conhecimento se faz com políticas estratégicas que reconheçam, de fato, a importância de uma gestão do conhecimento adequada, de modo que se possa envolver a totalidade dos colaboradores no processo de aprendizagem e transmissão do conhecimento.

Neste contexto, muitas grandes empresas instituem Universidades Corporativas para este fim, como é o caso da AMBEV e dos CORREIOS. Não obstante, as Universidades Corporativas buscam dar forma e padrão ao processo de transmissão do conhecimento, para formar colaboradores alinhados à política estratégica da empresa.

As Universidades Corporativas (UC) são um instrumento empresarial poderoso, na difícil tarefa de disseminar modelos e métodos que estejam em consonância com as necessidades da empresa. Com efeito, o que se verifica com a implementação de uma UC, é que essa fomenta o desenvolvimento das pessoas, buscando, inclusive, que essas assumam também um papel docente perante seus pares na organização.
As UC´s, buscam garantir que nenhum colaborador execute uma tarefa sem que antes tenha sido treinado para realizá-la. Não obstante, a UC deve garantir que o colaborador possa aprender com outros colaboradores e com seus próprios erros e acertos.

As UC´s tem se utilizado maciçamente das tecnologias de informação e comunicação (TIC) para disseminar conhecimento mais rapidamente, contudo, é importante lembrar que apenas o uso das ferramentas de TIC, tais como, o uso de treinamento por meio de mídias eletrônicas, sites na Intrante ou Web ou outros meios eletrônicos, pode desfavorecer àquelas pessoas que não possuam familiaridade com o mundo da tecnologia e de suas ferramentas. Isto posto, os métodos de ensino devem levar em consideração os fatores culturais envolvidos no processo de aprendizagem.


Por todo o exposto, a implantação de Universidades Corporativas é um passo à frente na busca por uma melhor disseminação do conhecimento, contudo, há sempre que se verificar os melhores métodos a serem utilizados para garantir que cada colaborador receba as informações corretas e no tempo certo para executar suas tarefas, além de garantir o seu auto-desenvolvimento.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Relação Contratante e Fornecedor na Administração Pública

Muito se fala acerca da importância do conceito da Qualidade Total na Administração de Empresas, que, em síntese, preceitua a melhoria contínua na organização como um todo, inclusive na relação entre empresas e fornecedores.

Não se pode olvidar, conforme Moreira (2012), que existem dois tipos de relacionamento entre empresa- contratante e fornecedor. Neste sentido, a empresa - contratante pode adotar em relação ao fornecedor, uma atitude colaborativa ou uma atitude competitiva.

Na atitude competitiva as partes acabam por atuar sempre vislumbrando a parte contrária como oponente ferrenho e foca seu jogo apenas no ganho unilateral.

Na atitude colaborativa, no entanto, as partes buscam uma atitude do tipo ganha-ganha, em que o fornecedor é visto como uma importante peça na engrenagem que faz girar o negócio principal da empresa.
Quando a atitude é colaborativa, a empresa incentiva o seu fornecedor para que este se desenvolva.

Segundo Moreira (2012, p.87), "caso adotem uma postura colaborativa, o comprador e o vendedor tornam-se parceiros".

Infelizmente, contudo, na Administração Pública há uma cultura enraizada e alimentada pela desconfiança mútua entre Administração Pública e Fornecedores, proporcionada por anos de corrupção, desmandos e falta de gestão, além de bela dose de despreparo dos agentes públicos na condução dos atos administrativos, que no mais das vezes, transcendem os limites do razoável e do proporcional, muito além do que requer o interesse público nas contratações públicas.

Excessivo apego à normas, regulamentos e leis, somado ao despreparo dos gestores públicos, criam apenas a indústria de aplicação de penalidades e mais penalidades sem que se obtenha, contudo, a verdadeira finalidade da contratação do fornecedor: ajudar a empresa contratante a alcançar a sua missão, através da prestação de serviços adequados por meio de empresas especialistas.


MOREIRA, Daniel. Administração da produção e operações. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.